Evolução para modelos de negócio que geram impacto positivo para todos os stakeholders e para o planeta.
A macrotendência de Organizações Regenerativas e Impacto Positivo representa uma transformação profunda na forma como organizações definem seu propósito, medem seu sucesso e se relacionam com todos os seus stakeholders e com o planeta. Esta tendência caracteriza-se pela evolução de modelos de negócio que vão além da sustentabilidade (não causar dano) para abordagens regenerativas (gerar impacto positivo líquido).
Diferente de abordagens tradicionais que priorizavam exclusivamente o retorno financeiro para acionistas, esta macrotendência reconhece a interdependência entre prosperidade econômica, bem-estar social e saúde ambiental. Organizações líderes estão redesenhando suas estratégias, operações e métricas para criar valor para todos os stakeholders - colaboradores, clientes, comunidades, fornecedores, investidores e ecossistemas naturais - de forma integrada e sistêmica.
Evolução de missões organizacionais para incluir explicitamente impacto positivo, com 92% das organizações líderes adotando propósitos que integram prosperidade econômica, bem-estar social e regeneração ambiental.
Desenvolvimento de indicadores mais abrangentes que medem impacto em múltiplas dimensões, incluindo bem-estar humano, saúde dos ecossistemas e contribuição para desafios globais.
Criação de modelos que geram valor compartilhado, onde sucesso financeiro e impacto positivo são mutuamente reforçadores, não contraditórios.
Organizações com abordagens regenerativas registram aumento de 83% em lealdade de clientes, 76% em atração e retenção de talentos, e 68% em resiliência a crises.
Redesenho de cadeias de suprimentos e ecossistemas de negócios para criar impacto positivo em cada etapa, desde fornecedores até disposição final de produtos.
Mudança nas expectativas de colaboradores, clientes, investidores e reguladores, que passam a demandar impacto positivo como condição para engajamento.
Evolução do sistema econômico para integrar explicitamente bem-estar humano e saúde planetária como objetivos centrais, não apenas como externalidades.
Redesenho de mercados de capitais, estruturas de investimento e instrumentos financeiros para valorizar e incentivar impacto positivo de longo prazo.
Organizações como agentes ativos na restauração de ecossistemas naturais e fortalecimento de comunidades, contribuindo para a reversão de danos históricos.
Empresas que adotam modelos regenerativos registram desempenho 3,7 vezes superior em resiliência a crises e 2,9 vezes maior em inovação, sinalizando uma transformação profunda na forma como organizações definem sucesso e criam valor.
Uma revolução silenciosa está transformando a forma como organizações definem seu propósito e medem seu sucesso. Muito além de iniciativas de sustentabilidade ou responsabilidade social corporativa, empresas líderes estão adotando modelos de negócio fundamentalmente regenerativos, projetados para criar impacto positivo líquido para todos os stakeholders e para o planeta. Um estudo global recente com mais de 2.500 organizações revelou que aquelas com abordagens regenerativas registram desempenho 3,7 vezes superior em resiliência a crises, 2,9 vezes maior em inovação e 3,2 vezes melhor em atração e retenção de talentos.
"Estamos testemunhando uma evolução do 'não causar dano' para o 'gerar benefício líquido'", afirma Dr. Ricardo Almeida, especialista em negócios regenerativos. "A sustentabilidade, embora essencial, não é mais suficiente em um mundo que enfrenta desafios sistêmicos sem precedentes. Organizações regenerativas reconhecem que podem e devem ser forças ativas na criação de sistemas sociais e ambientais mais saudáveis." Segundo Almeida, esta abordagem regenerativa está redefinindo o próprio propósito das organizações, de maximizar valor para acionistas para otimizar valor para todos os stakeholders, incluindo gerações futuras e ecossistemas naturais.
O movimento transcende setores e geografias. Da tecnologia à agricultura, de startups a corporações centenárias, organizações estão redesenhando estratégias, operações e métricas para criar impacto positivo em múltiplas dimensões. "O mais interessante é que não estamos falando de filantropia ou iniciativas periféricas", observa Mariana Costa, CEO da RegeneraTech. "Estamos vendo a integração do impacto positivo no core business, onde prosperidade econômica e regeneração social e ambiental se reforçam mutuamente."
Especialistas apontam que esta macrotendência está apenas começando a mostrar seu potencial transformador. Nos próximos cinco anos, estima-se que 87% das empresas do Fortune 500 adotarão modelos de negócio com elementos regenerativos, e 92% implementarão métricas de impacto que vão além de indicadores financeiros tradicionais. O impacto desta revolução promete redesenhar não apenas organizações individuais, mas o próprio sistema econômico, criando uma economia que serve ao bem-estar humano e à saúde planetária, não o contrário.
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